SUPREMA MALDADE: STF QUER LEGALIZAR ABORTO ATÉ TERCEIRO MÊS DE GESTAÇÃO

SUPREMA MALDADE: STF QUER LEGALIZAR ABORTO ATÉ TERCEIRO MÊS DE GESTAÇÃO

SUPREMA MALDADE: STF QUER LEGALIZA ABORTO ATÉ TERCEIRO MÊS DE GESTAÇÃO

“Maldita a Nação em que o aborto é legalizado”

Assista ao vídeo em que o Padre Rodrigo Maria comenta os acontecimentos atuais:

Passando por cima da Constituição Federal e de acordos internacionais como é Pacto de São José, usurpando a função do Congresso Nacional, o STF (Supremo Tribunal Federal), pretende liberar que aborto até três meses de gestação (12 semanas) não é crime!!!

É extremamente necessária uma mobilização nacional, para que o Congresso Nacional faça uma emenda constitucional que garanta a preservação da vida de todo ser humano desde a concepção!

Rezemos, pois não se trata apenas de uma luta legislativa ou ideológica, mas também de uma luta espiritual. A defesa e a prática aborto é inspirado diretamente pelo diabo que “é homicida desde o princípio”.

O assassinato voluntário é um dos graves Pecados que Brandam aos Céus e pedem Vingança de Deus!

Rezemos muito e nos mobilizemos para revertermos essa decisão tirânica e absurdamente ilegal da suprema corte de nosso país. Rezemos para os juízes do STF descubram que não não são deuses e que a vida humana inocente é inviolável e começa com a concepção.

Não nos acomodemos. Procuremos nossas lideranças políticas e religiosas e façamos alguma coisa. Todo aquele que se mantem indiferente é cúmplice de todo esse genocídio.

Padre Rodrigo Maria
escravo inútil da Santíssima Virgem

SEGUE A LISTA ATUALIZADA DOS DEPUTADOS FEDERAIS PARA ENVIAR SUA MENSAGEM CONOSCO EM DEFESA DA VIDA E CONTRA O ABORTO!

Clique no link: http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/deputado.xls

E AOS MINISTROS DOS STF: [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected]

E AOS SENADORES: [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected]

Assista também ao video em que Felipe Moura denuncia abortismo de ministros do STF

Entenda:

Ministra Rosa Weber é a relatora da ação conjunta com PSOL que pode liberar a prática em todo país, até a 12ª semana de gestação

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias de prazo para que o presidente da República, Michel Temer, se manifeste na ação que pretende ampliar a legalidade do aborto.

O mesmo prazo foi dado para que o Senado e a Câmara dos Deputados se manifestem. Em seguida, serão dados mais cinco dias para que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviem seus pareceres sobre o pedido.

Depois disso, a ministra deve decidir sobre o pedido de liminar (decisão provisória) feito pelo PSOL e pelo Instituto Anis – ONG defensora da legalização do aborto – para que sejam suspensas todas as prisões em flagrante, os inquéritos policiais, processos em andamento e efeitos de decisões judiciais que tenham relação com procedimentos abortivos praticados nas 12 primeiras semanas de gestação.

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Rosa Weber deve decidir ainda se aceita o pedido feito pelo PSC para ingressar como amicus curiae (amigo da Corte) no caso, o que daria ao partido, que compõe a bancada religiosa no Congresso e é contra a legalização do aborto, o direito de fazer sustentação oral quando for julgado o mérito da ação.

Entenda o caso

No início deste mês, o PSOL e o Instituto Anis protocolaram uma ação de descumprimento de preceitos fundamentais (ADPF) para tentar descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gestação, em qualquer situação. A ministra Rosa Weber foi sorteada como relatora do caso.

No Brasil, o aborto deixa de ser punido somente nos casos de anencefalia do feto, de estupro e quando a gestação representa risco para a vida da mulher.

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Para todas as outras situações, valem os artigos 124 e 126 do Código Penal, segundo os quais provocar o aborto em si mesma, com ou sem o auxílio de outra pessoa, configura crime com pena de um a três anos de prisão. Quem provoca aborto em uma gestante está sujeito a pena de um a quatro anos de prisão.

Outros casos

Em novembro do ano passado, Rosa Weber manifestou-se favorável à descriminalização do aborto para qualquer caso nos três primeiros meses de gestação. No julgamento de um habeas corpus na Primeira Turma do STF, colegiado formado por cinco dos 11 ministros da Corte, ela seguiu o voto do ministro Luís Roberto Barroso.

Outra ação, que pede para que seja descriminalizado aborto em casos de infecção da gestante pelo vírus Zika, que pode resultar em malformação do feto, é relatada pela ministra Cármen Lúcia, presidente do STF. O processo chegou a ser pautado em dezembro para julgamento em plenário, mas acabou não sendo analisado e ainda não recebeu nova data para apreciação.

Fonte: Sempre Família